Doações do GP de Fórmula 1 de 2014

A redistribuição de excedentes no GP Brasil de F1, acontece desde 1998, e desde a nossa primeira participação, a proposta é disponibilizar uma equipe para a logística de receber os materiais excedentes a partir do contato dos doadores, como uma opção de encaminhamento dos itens que possam ser doados, mas tendo como primazia não sobrecarregar fornecedores e concessionários na etapa de finalização do evento.
A ABRE não mantém nenhum vinculo com os organizadores, e nem com os concessionários e/ou fornecedores participantes. Assim evitamos que se estabeleça um vinculo entre a participação no evento e a participação na redistribuição; o que garante que tanto os doadores, como os organizadores não se sintam pressionados a doar seus materiais.
Não temos nenhum compromisso de encaminhar doações provenientes de eventos em que participemos a um nº pré-determinado de instituições.
A redistribuição apesar de atender um nº grande de instituições não tem uma previsão de atendimento. O nº de instituições atendidas varia, podendo atender um nº menor ou igual ao do ano anterior.
Apesar do trabalho da ABRE acontecer durante todo o ano, é a redistribuição de excedentes do GP Brasil de F1, que proporciona o maior atendimento de instituições.
Esse ano, a redistribuição atingiu um número aparentemente muito inferior aos dos anos anteriores. Como alguns concessionários/ doadores participam da redistribuição já há vários anos, o que pudemos observar é que a diminuição das quantidades doadas reflete um maior planejamento e uma previsão do consumo mais condizente com os números do publico previsto para cada área.
A redistribuição do GP Brasil de F1 2014, atendeu 3.260 pessoas, de 15 instituições. Desde a primeira redistribuição de excedentes no GP Brasil de F1, em 1998, foram atendidas 175.946 pessoas.